André Coelho
Fazer poema
não me enternece,
não me arrebata,
não me delira.
Fazer poema, para mim,
é escrever como eu sou.
Fazer poema sou eu.
O que eu canto
importa menos.
Importam menos
meu amor, a minha dor,
se eu não puder escrever.
É quase como apenas ser.
Rio de Janeiro
28 de janeiro de 2007
os montes, ah! os montes... / contam histórias tão distantes / de açaizeiros, igarapés, / dos tempos de antes, / lembranças, sussurros e saudades / aos montes. (Minas Gerais, rodovia Rio-Brasília, 20 de dezembro de 2005)
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2 comentários:
Que alma a sua!!! Linda!!! Transparente!!!
Lindo!
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