domingo, 10 de fevereiro de 2008

de estranheza e dulçor

André Coelho
(em memória a Elza Nilander)

Vida, estranha vida:
incerta;
simples;
e linda.

Curta, como um sopro.
Larga como um rio.
Profunda como os olhos de uma criança.

E doce.
Doce.


Estácio, Rio de Janeiro.
10 de fevereiro de 2007.

3 comentários:

Vivi disse...

Vc que escreve as poesias? Boas! :)
Obrigada pelas palavras no meu blog. É engraçado, toda vez que eu penso em parar de escrever, vem alguém diferente e comenta algo que me faz prosseguir.
Obrigada pelo link aqui.

Vi que vc tem multiply. Já fui lá xeretar, rs.

Abraço.

Pedro Grabois disse...

André,
andei lendo teus versos por aqui...
gostei muito... sentimento e sonoridade...
sem palavras... bom de mais...

abração

Leonardo disse...

Fala Bloggueiro!
Vou passar a acompanhar o seu. Que está muito legal, por sinal.
Parabéns.

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