Thiago Azevedo (Belém-PA)
No roçado de mandiotuba
Raiz de mandioca brotou,
Braquinha, cruvela, engana-ladrão,
Tantos nomes, uma visão.
Palavra semeada na terra
Floresce como maniva,
Meu coração é manipeba,
Na água amolece minha vida.
Casa de farinha,
Mandioca triturada,
Meu ser no fogo torrada,
Farinha pura tirar.
Deus, peneira minha vida,
Pra purificar minha essência,
Pai, nesse mundo de carência,
Manipueira não queria.
Sou farinha de mandioca,
Da palavra semeada,
Alimento de gente necessitada
Deus fazedor de farinha,
Celebrar na farinhada,
Cantar num som brasileiro
A alegria dessa toada.
os montes, ah! os montes... / contam histórias tão distantes / de açaizeiros, igarapés, / dos tempos de antes, / lembranças, sussurros e saudades / aos montes. (Minas Gerais, rodovia Rio-Brasília, 20 de dezembro de 2005)
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