Eu construo meus altares à beira do abismo. O abismo continua escuro e silencioso; a despeito disso, eu construo meus altares – altares de música e de poesia. Pois o fogo me aquece e me ilumina.
Rubem Alves
Rio de Janeiro
27 de outubro de 2008
os montes, ah! os montes... / contam histórias tão distantes / de açaizeiros, igarapés, / dos tempos de antes, / lembranças, sussurros e saudades / aos montes. (Minas Gerais, rodovia Rio-Brasília, 20 de dezembro de 2005)
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