domingo, 10 de fevereiro de 2008

de estranheza e dulçor

André Coelho
(em memória a Elza Nilander)

Vida, estranha vida:
incerta;
simples;
e linda.

Curta, como um sopro.
Larga como um rio.
Profunda como os olhos de uma criança.

E doce.
Doce.


Estácio, Rio de Janeiro.
10 de fevereiro de 2007.
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