Nilson Chaves
Nada mais índio do que este astro,
nada mais astro do que este índio,
nada mais âmago, nada mais mago,
nada magoa, algo nagô.
Nada mais rastro do que estes passos,
nada mais pelos espaços indo,
nada mais ávido, nada mais lindo,
nada mais digno, gnomo, gnu.
Nada mais nave do que este disco,
nada mais disco do que esta nave,
nada mais ovni, nada mais new,
nada mais love ou vinil,
nada mais leve do que o voo da ave,
do que ouvi-lo em silêncio,
no silêncio do óvulo.
Nada mais vida do que este parto,
a dádiva viva na Era de Aquários,
nada mais grávido, nada mais vivo,
nada mais groove, indigo blue.
os montes, ah! os montes... / contam histórias tão distantes / de açaizeiros, igarapés, / dos tempos de antes, / lembranças, sussurros e saudades / aos montes. (Minas Gerais, rodovia Rio-Brasília, 20 de dezembro de 2005)
vida
espiritualidade
pensamentos
impressões
cristandade
Brasil
Rio
Belém
poesia
música
Incas
dor
jovem
mundo
cultura
amor
saudade
viagens
arte
in memorian
Ceumar
justiça
morte
natureza
Minas
Sampa
literatura
ministério
Macapá
Missão
Natal
Sarau da Comuna
cinema
criança
família
teologia
tragédia
vídeo
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagens mais populares
-
André Coelho Bem ali, na Rua da Cadeia, um alemão matou uma gorda senhora que tocava violão na mesma calçada em que um indiozinho todos...
-
Ceumar Coelho Santinho pequenininho de coração assim assim pequenininho, protege tua legião. Abençoa nosso ofício, que o drama, que o...
-
André Coelho Deste meu rio de nuvens que me trazem do Rio de Janeiro, avisto agora uma bruta floresta, um rio monumental. Minha alma canta, ...
-
André Coelho (em memória a Elza Nilander) Vida, estranha vida: incerta; simples; e linda. Curta, como um sopro. Larga como um rio. Profunda ...
-
Eis um dia novo que irrompe entre os casarões e os jardins fechados de uma rua antiga. Eis semitons sutis de trinta (e um) abris, pas...
