André Coelho
para Lua
queria fazer um poema
que coubesse no aviãozinho de papel
pra eu enviar à Lua
meu pensamento.
queria ser um poeta,
desses que já são cometas,
pra eu enviar a Lua
meu poeminha perneta.
queria ser a índia Jaci,
na margem das águas noturnas,
pra me tornar em Lua,
e em forma de flor subsistir.
quisera ser o são Jorge,
belo, valente, sem medo,
pra acabar duma vez com o dragão
e namorar a Lua em segredo!
Rio de Janeiro
22 de novembro de 2006
os montes, ah! os montes... / contam histórias tão distantes / de açaizeiros, igarapés, / dos tempos de antes, / lembranças, sussurros e saudades / aos montes. (Minas Gerais, rodovia Rio-Brasília, 20 de dezembro de 2005)
vida
espiritualidade
pensamentos
impressões
cristandade
Brasil
Rio
Belém
poesia
música
Incas
dor
jovem
mundo
cultura
amor
saudade
viagens
arte
in memorian
Ceumar
justiça
morte
natureza
Minas
Sampa
literatura
ministério
Macapá
Missão
Natal
Sarau da Comuna
cinema
criança
família
teologia
tragédia
vídeo
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagens mais populares
-
André Coelho (à Flor que um dia me empoetou) A você, pequenina, que inventou minha poeteza, mando beijo, mando chuva, jasmineiro florido, a...
-
Myrtes Mathias Quando te vejo tão acomodado ao mundo que te cerca, como a água tomando a forma do vaso que a contém, eu me lembro de um Rei ...
-
André Coelho Uma ruela que se perde em outra ruela, que se perde em outra ruela, que vai dar no mar. Uma igrejinha de uma torre só, ...
-
André Coelho Deste meu rio de nuvens que me trazem do Rio de Janeiro, avisto agora uma bruta floresta, um rio monumental. Minha alma canta, ...
-
Enquanto novamente escuto, embevecido, o álbum Gaia (2000), de Nilson Chaves, após ter assistido ao intrigante filme A Viagem¹ (2012), penso...

Nenhum comentário:
Postar um comentário